Poesias de uma Vida Inacabada...
Um pequeno canto ao amor...
Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
...
"Por vezes constróem-se muros, não para fastarmos as pessoas, mas para ver relamente quem tem coragem de os derrubar."
Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
Sentido
Faz sentido sentir-te comigo,
és um mar um porto de abrigo.
Tormentos e muitas vagas
com o pesar das amarras...
Seguimos feridos em frente
por vezes de coração doente.
Cantamos, sorrimos, chorámos
mas nunca nos cansamos...
E o futuro esse incerto
continua em nós
de céu aberto.
és um mar um porto de abrigo.
Tormentos e muitas vagas
com o pesar das amarras...
Seguimos feridos em frente
por vezes de coração doente.
Cantamos, sorrimos, chorámos
mas nunca nos cansamos...
E o futuro esse incerto
continua em nós
de céu aberto.
Quinta-feira, 16 de Junho de 2011
Só
Em momentos ternos horas perdidas.
Demasiadas palavras, brasas sentidas...
Olho distante para o finito,
sons mudos em cada grito.
Agito a paralisia em lume
Olho em volta sem queixume!
Tudo é certo, tudo é vago
Disto que em mim trago...
Demasiadas palavras, brasas sentidas...
Olho distante para o finito,
sons mudos em cada grito.
Agito a paralisia em lume
Olho em volta sem queixume!
Tudo é certo, tudo é vago
Disto que em mim trago...
Sexta-feira, 18 de Março de 2011
Se
Mofino em mim lugreme gesto
Ditoso era parcamente perdido
Indago sem meio e sem fim
numa dolore eterna de carmim.
Se.
Ditoso era parcamente perdido
Indago sem meio e sem fim
numa dolore eterna de carmim.
Se.
Domingo, 6 de Março de 2011
Intenso
Quero-te, sempre!
Onde sempre te irei querer!
No infinito espaço do tempo
Sempre te terei para Tê amar!
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Onde sempre te irei querer!
No infinito espaço do tempo
Sempre te terei para Tê amar!
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Quarta-feira, 2 de Março de 2011
Dia
Hoje escrevo-te algo à pressa
Sem Sul sem Norte
Tarde, com pouco verde, reza a sorte.
Por ver-te evaporam ténues àguas
Escondemos sorrisos, sacodem-se as mágoas
No triste poema em ar desfeito,
Sorrio agarrado com o teu amor no peito.
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Sem Sul sem Norte
Tarde, com pouco verde, reza a sorte.
Por ver-te evaporam ténues àguas
Escondemos sorrisos, sacodem-se as mágoas
No triste poema em ar desfeito,
Sorrio agarrado com o teu amor no peito.
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Domingo, 27 de Fevereiro de 2011
Salubre
Quando todos partem na noite escura
fico vagando, perdido caminhando
sem sair do lugar, sem poder sonhar.
Tercinas correm dentro de mim
onde nuvens perdidas morrem
faltando-me apenas um serafim.
Cabelos lisos, para lá dos rios
lábios sedosos, finos formosos.
Perdido! No meio de fios.
fico vagando, perdido caminhando
sem sair do lugar, sem poder sonhar.
Tercinas correm dentro de mim
onde nuvens perdidas morrem
faltando-me apenas um serafim.
Cabelos lisos, para lá dos rios
lábios sedosos, finos formosos.
Perdido! No meio de fios.
Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Eu nunca te deixei
Correm almas veloses pelas ruas
almas despidas de fé,e esperança
pisam-se gentes em rodas charruas
eu fico-me vago em longa dança.
olho o meu céu, e sigo só.
Mas olho-o sempre que saio à rua.
Tocam almas Sol Si Dó,
falta uma presença, a tua.
se escrevo em quatro versos,
quantro paredes me escravizam.
Se me deito em seda e linha,
sonhos perdidos em triste vinha.
E porque o Mundo é uma roda
não quero sentir o que me sobra!
almas despidas de fé,e esperança
pisam-se gentes em rodas charruas
eu fico-me vago em longa dança.
olho o meu céu, e sigo só.
Mas olho-o sempre que saio à rua.
Tocam almas Sol Si Dó,
falta uma presença, a tua.
se escrevo em quatro versos,
quantro paredes me escravizam.
Se me deito em seda e linha,
sonhos perdidos em triste vinha.
E porque o Mundo é uma roda
não quero sentir o que me sobra!
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Como?
Explica lá.
O que em ti te sobra,
O que me a mim me falta?
Explica lá.
Em que somos diferentes,
Se somos ambos, apenas entes.
Como é que posso?
Se tu não deixas.
Como é que eu faço?
Se eu não sei.
Como te alcanso se tu me foges,
Como te falar neste barulho?
Como te amo, se tu não deixas.
amo-te.
O que em ti te sobra,
O que me a mim me falta?
Explica lá.
Em que somos diferentes,
Se somos ambos, apenas entes.
Como é que posso?
Se tu não deixas.
Como é que eu faço?
Se eu não sei.
Como te alcanso se tu me foges,
Como te falar neste barulho?
Como te amo, se tu não deixas.
amo-te.
Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
Sabemos
Parámos.
Abri uma janela.
Ouvia-se ao fundo o mar
O ar esse frio.
Toquei-te entre hesitação e medo.
Tímidos como se nunca o tivéssemos feito!
Há anos que amo, e há meses que te perdi!
Falemos, conquistemos tudo: juntos, até o Mundo!
Abri uma janela.
Ouvia-se ao fundo o mar
O ar esse frio.
Toquei-te entre hesitação e medo.
Tímidos como se nunca o tivéssemos feito!
Há anos que amo, e há meses que te perdi!
Falemos, conquistemos tudo: juntos, até o Mundo!
Sábado, 12 de Fevereiro de 2011
Não
Dá-me a tua voz.
Deixa-a sentir
quando te perco em mim.
Deixa que te oiça,
deixa que sinta embora longe.
Deixa.
Fico louco se não te ouço.
Não fiques. Deixa que a tristeza
não te impeça.
Deixa que os corações se unam.
Deixa-a sentir
quando te perco em mim.
Deixa que te oiça,
deixa que sinta embora longe.
Deixa.
Fico louco se não te ouço.
Não fiques. Deixa que a tristeza
não te impeça.
Deixa que os corações se unam.
Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011
Pensei
Ouço a voz de alguém quando durmo.
Acordo!
Vejo um lugar vazio.
Rodo em mim duas vezes.
Amanho a almofada.
Esfrego os olhos.
Dormir é impensável.
Sonhar é pesadelo.
Escrevo aqui se me atrevo.
Deixo no pensamento porque te quero!
Acordo!
Vejo um lugar vazio.
Rodo em mim duas vezes.
Amanho a almofada.
Esfrego os olhos.
Dormir é impensável.
Sonhar é pesadelo.
Escrevo aqui se me atrevo.
Deixo no pensamento porque te quero!
Sábado, 5 de Fevereiro de 2011
Assim
Mesmo que não lido,
Mesmo que não visto
Continuo por aqui…
Pois nem fazendo o melhor
Nos reconhecem cor…
Mesmo que não visto
Continuo por aqui…
Pois nem fazendo o melhor
Nos reconhecem cor…
Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Agora
O amor é algo, triste, feliz inseguro...
No amor existe uma flor,
por vezes colhida com dor.
E essa flor...
Quantas vezes colhida,
quantas vezes sofrida logo ali
Tão perto do Abismo.
Colhemos rosas
Mas não retiramos os espinhos
Duros sofridos
Quantas vezes engolidos.
No amor existe uma flor,
por vezes colhida com dor.
E essa flor...
Quantas vezes colhida,
quantas vezes sofrida logo ali
Tão perto do Abismo.
Colhemos rosas
Mas não retiramos os espinhos
Duros sofridos
Quantas vezes engolidos.
Domingo, 26 de Dezembro de 2010
Templum romanum
Surgem tramas, surgem causas...
Surgem beijos, pequenas asas...
Poema discreto, em gaveta esquecido
Corpo incerto, num pequeno pedido...
Vejo os teus olhos, aprecio os teus lábios
Os primeiros húmidos, os segundos cerrados...
Passam horas, momentos insanos...
Poema tamanho de tão fechado estranho.
Assim como nós de tão longe...
Feito perto... do nosso amor incerto...
Surgem beijos, pequenas asas...
Poema discreto, em gaveta esquecido
Corpo incerto, num pequeno pedido...
Vejo os teus olhos, aprecio os teus lábios
Os primeiros húmidos, os segundos cerrados...
Passam horas, momentos insanos...
Poema tamanho de tão fechado estranho.
Assim como nós de tão longe...
Feito perto... do nosso amor incerto...
Domingo, 24 de Outubro de 2010
Escrevo
Ao tempo que não escrevo me desculpo
que esse tempo que em mim tenho perdido
é tempo que tempo traz esquecido
escrevo hoje porque me culpo,
de antes o não ter feito e merecido.
Quero escrever em todo o lado
no céu, nas paredes, no mar salgado.
Porque a vida vive-se morrendo
passa por nós acontecendo.
E quando se sente tem-se acabado.
Passaram horas e ninfas e prosas e poesias
Passaram noites nos meus infames dias...
que esse tempo que em mim tenho perdido
é tempo que tempo traz esquecido
escrevo hoje porque me culpo,
de antes o não ter feito e merecido.
Quero escrever em todo o lado
no céu, nas paredes, no mar salgado.
Porque a vida vive-se morrendo
passa por nós acontecendo.
E quando se sente tem-se acabado.
Passaram horas e ninfas e prosas e poesias
Passaram noites nos meus infames dias...
Quinta-feira, 29 de Julho de 2010
Brisa
A lua acalma a fúria das marés
e onde havia fúria
existem agora silêncios calmos
de amor amor sereno e tranquilo.
Onde cada momento não se esgota
num agora e já de tormento,
mas numa brisa solene e de ternura.
Brisa essa que revê num futuro
que espelha numa doçura
de pequenos momentos,
de grandes sentimentos.
Sinto paz, na tranquilidade do nosso amor.
e onde havia fúria
existem agora silêncios calmos
de amor amor sereno e tranquilo.
Onde cada momento não se esgota
num agora e já de tormento,
mas numa brisa solene e de ternura.
Brisa essa que revê num futuro
que espelha numa doçura
de pequenos momentos,
de grandes sentimentos.
Sinto paz, na tranquilidade do nosso amor.
Terça-feira, 6 de Julho de 2010
Sabor a Ti
Se até o mar revolto se acalma,
Se até o pior fogo se amaina,
Se até o mais duro gelo derrete,
A pior loucura o amor comete!
Se até o pior fogo se amaina,
Se até o mais duro gelo derrete,
A pior loucura o amor comete!
Sexta-feira, 11 de Junho de 2010
Escrever em Prosa
Hoje quero escrever em prosa
como se o mar me seguisse
e existisse vento e pedra arenosa,
onde a dor escasseia e a água não caisse.
Quero esquecer a rima,
que me tortura me desgasta
nos piores momentos me anima.
Oh minha Musa, minha lucidez
Mostra-me esse caminho, essa cura
Não me digas que é efémera e não dura...
Dá-me alegria, nesta imensa viuvez.
Toquei-te oh Musa pela cintura,
Sentindo-te o corpo e a frescura
de um leve traço e finura
concede-me agora essa postura...
E porque Fim significa o Começo
Deixo-me aqui onde me teço,
fico a viver por quem padeço...
quero acordar em ti, é o que te peço...
como se o mar me seguisse
e existisse vento e pedra arenosa,
onde a dor escasseia e a água não caisse.
Quero esquecer a rima,
que me tortura me desgasta
nos piores momentos me anima.
Oh minha Musa, minha lucidez
Mostra-me esse caminho, essa cura
Não me digas que é efémera e não dura...
Dá-me alegria, nesta imensa viuvez.
Toquei-te oh Musa pela cintura,
Sentindo-te o corpo e a frescura
de um leve traço e finura
concede-me agora essa postura...
E porque Fim significa o Começo
Deixo-me aqui onde me teço,
fico a viver por quem padeço...
quero acordar em ti, é o que te peço...
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